quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Um Dia de Cão - (1975)

Sinopse: Em agosto de 1972 um assalto em um banco no Brooklyn chama a atenção da mídia e transforma-se em um show com uma enorme audiência. Era um roubo que teoricamente duraria apenas dez minutos, mas após várias horas os assaltantes, Sonny (Al Pacino) e Sal (John Cazale), ainda estão com reféns. Enquanto tudo se desenrola a multidão apóia e aplaude as declarações de Sonny e fica contrária ao comportamento da polícia.

Crítica: Um dos filmes mais geniais e hilários do Al Pacino, sério. Se você acha que ele foi um gênio do The Godfather, Scarface...então assista este filme. Ele é um daqueles filmes que te faz grudar no sofá e lhe faz torcer para o personagem, isso me lembra um pouco da série Breaking Bad, quando você se apega ao personagem principal de todo o filme. Estava esquecendo de citar que ele é baseado em fatos reais, do tipo ''Serpico'' que foi outro filme em que Pacino atuou. O trama é muito bem desenvolvido e envolvente.

Quando você começar a ver o filme, vai perceber que a base da história do filme passa bem rápido, então pode ficar um pouco chato para certas pessoas, esse é o ponto negativo que eu tive do filme, mas mesmo assim, é uma obra-prima.

A atuação do Pacino é simplesmente excelente, com aquelas faces de fúria, nervosismo e de preocupação. Parece com a atuação dele em Scarface, como Tony Montana, mas só um pouco mais atrapalhado.

Basicamente, o filme inteiro se desenvolve dentro do banco e a comédia e o drama se juntam e se formam um só. Este é o Al Pacino no início de sua carreira e para qualquer um que seja fã do trabalho dele, eu recomendo ver. Basta ter na mente toda a loucura que você irá ver baseado em fato real. Recomendo!

Nota: 9,5
Gênero: Drama
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sábado, 1 de outubro de 2016

Wet Hot American Summer - (2001)

Sinopse: No verão de 1981, um grupo de adolescentes vai para o Acampamento Firewood sob a supervisão de Beth (Janeane Garofalo). Chegando próximo do fim do encontro, os jovens decidem que vão fazer valer ao máximo o tempo que passaram juntos, e para isso precisam esclarecer situações e romances mal-resolvidos, assim, junto com os professores, aprontam muitas loucuras tentando superar a timidez, ter suas primeiras aventuras sexuais ou até mesmo chorar as mágoas do fim de um relacionamento. Enquanto isso, um astrônomo (David Hyde Pierce) aparece no local avisando que um pedaço de satélite caindo do espaço pode destruir o acampamento.

Crítica: Começo dizendo que ela é praticamente mais uma comum comédia estilo anos 70, 80 sobre adolescentes e seus convívios, um exemplo do tipo: Porky's, Superbad, American Pie, e por aí vai. Mas aí você me pergunta: você já deve estar acostumado com este tipo de filme? Não é questão de costume, é que você sente falta de algo diferente dos filmes recentemente lançados naquela época e não ficar repetindo esse tipo de gênero. Esse foi um dos meus lados negativos do filme.

Mas além disso, vamos falar do elenco e do diretor. O elenco foi uma das coisas me atraiu para assistir, com Paul Rudd (40-Year Old Virgin, Anchorman). Bradley Cooper (American Sniper, American Hustle) e Elisabeth Banks (Movie 43). Lembrando que eu apenas citei os atores mais conhecidos do elenco. David Wain era um diretor que eu não conhecia, dei uma pesquisada sobre ele após ver o filme, e percebi que ele foca no gênero comédia, bem parecido com a do Wet Hot American Summer.

Trilha sonora bem simples, com alguns clássicos do rock 'n' roll da época de quando o filme foi lançado, e outros criados apenas para o filme.

O filme não é uma tragédia, apenas repetitivo e previsível. O que eu achei de errado ou repetitivo no filme, pode ser que alguém ache aquilo perfeitamente bom. Acho que dependendo do tipo de humor/comédia que você gosta ou se identifica, você terá sua própria opinião sobre ele.

Nota: 6,0
Gênero: Comédia
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domingo, 25 de setembro de 2016

Hardcore: Missão Extrema - (2015)

Sinopse: Henry, um ciborgue recém-ressucitado deve salvar sua esposa/criadora das garras de um tirano psicótico com poderes telecináticos, Akan, e seu exército de mercenários. Lutando ao lado dele, Jimmy é a única esperança de Henry para realizar tal feito até o final do dia.

Crítica: Vou começar esta crítica dizendo que o filme é genial. Sério. Telecinesia, 1ª pessoa, parkour, e um pouco de humor, para mim, isso daria um filme perfeito. O filme é passado no corpitcho do Henry, um ciborgue recém-ressuscitado, em que não tem como dizer alguma palavra, e quando alguém pergunta algo a ele, ele apenas balança a cabeça demonstrando um ''sim'' ou um ''não''.O filme tem uma tensão incrível, aquela que te deixa grudado no sofá. Um estilo parecido com alguns filmes que eu já vi, tipo Sem Escalas ou até mesmo Adrenalina, que aliás, é bem igual mesmo.

Como já havia citado, o humor no filme, em algumas partes, ele usa uma pitada de humor negro para não ter apenas a ação enjoando a pessoa que assiste, citando uma parte em que, pessoas estão perseguindo o Henry, e ele estava com sua roupa ensanguentada, então, ele entra em uma loja e começa a se trocar, em frente da gerente, eu achei hilário. Também temos algumas cenas de PARKOUR! Que são bem divertidas e dá para perceber que a mente do Henry é bem inteligente.

Temos algumas referências no começo do filme, quando estão tentando colocar uma voz no Henry, e ele tem vários tons de voz para ele escolher, e um deles é a voz do Darth Vader dizendo ''I am your father!''. Ou até, quando Henry entra em um quarto e aparece vários pôsters de games e de filmes, como PayDay 2 e Left 4 Dead.

E por último, queria falar da trilha sonora, escolhida a dedo, temos clássicos como: My Girl do The Temptations, e Don't Stop Me Now do Queen, que aliás, é uma das minhas músicas preferidas.

Se você é uma daquelas pessoas que não curte tanto a câmera se movendo pra lá e pra cá (tipo o filme Crank) eu recomendo não assistir. Se você gosta ou ama esse tipo de filmes de ação, cenas de porrada, luta, explosão e tiro, tá perdendo um esplêndido filme. Recomendo!

Nota: 9,0
Gênero: Ação/Sci-fi
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domingo, 18 de setembro de 2016

Barrados no Shopping - (1995)

Sinopse: Dois estudantes muito amigos ficam chateados, pois suas respectivas namoradas rompem com eles no mesmo dia. Assim, eles vão ao shopping local para arejar a cabeça e, se possível, encontrar um meio de recuperarem suas namoradas. Mas esta simples ida ao shopping acaba se transformando em uma sucessão de confusões.

Crítica: Comecei a rever a filmografia do diretor Kevin Smith, que eu considero o gênio do humor negro e o criador de uma das duplas mais icônicas do cinema, Jay & Silent Bob, o elenco é uma das coisas comuns do Kevin, sempre escolhendo os mesmo de sempre, mesmo assim não perde a graça, temos o queridinho Ben Affleck mais jovem, Jason Lee, o carinha da série My Name is Earl, e a participação do paizão dos quadrinhos, o deus Stan Lee, a aparição dele é uma das melhores coisas do filme.

A história é mais sobre os personagens e a situação vai indo para o final do filme. O que eu gosto é que ele cria personagens loucos em situações loucas, que é a coisa típíca da maioria dos filmes dele, ás vezes ele coloca um humor que é um pouco exagerada e isso pode cansa as pessoas que assistem (um exemplo do cara que fica olhando para um pôster com um barco toda hora no filme.)

Mas além do que eu disse, ele é aquele filme em que você só vai rir se está acostumado com o tipo de humor do Smith, mas se você nunca viu O Balconista ou O Império do Besteirol Contra-Ataca, ou viu e não achou engraçado, eu recomendo não ver.

Nota: 8,4
Gênero: Comédia
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Um Natal Maluco de Harold & Kumar - (2011) - Crítica

Sinopse: Seis anos após a sua última aventura, Harold Lee (John Cho) e Kumar Patel (Kal Penn) afastaram-se e fizeram novas amizades mas durante as celebrações do natal, estes dois amigos vão voltar a juntar-se para mais uma incrível aventura.

Crítica: Eu estava vendo a saga Harold & Kumar pelo primeira vez, os 2 primeiros são ótimos, estava esperando para ver mais um filme deles, e ele me desapontou. Eu estava esperando o mesmo tipo de piadas dos filmes anteriores, e pensei que iria rir, mas eu fiquei decepcionado. O filme foi arrastado e ficou chato a um ponto em que eu estava perguntando para mim mesmo se aquilo era um filme do Harold & Kumar. Este filme foi lançado em 3D, mas vi-lo na versão normal (2D)

O tipo de piadas não eram padrão da saga, elas começaram a ficar sem graça junto com a história do filme, a primeira meia-hora é boa, não digo engraçada, mas teve uma hora que o filme ficou chato e me deu vontade de tirar, mas vi até o final. O 1º filme é hilário, juntamente com o 2º, mas o 3º.... prefiro nem pensar.

Se você for assistir pelo lado da nostalgia da saga, assista. Mas pelo lado do humor, você não irá gostar.

Nota: 2
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Trumbo - Lista Negra - (2015) - Crítica

Sinopse: O roteirista Dalton Trumbo (Bryan Cranston) tem uma história singular em Hollywood: apesar de ter escrito algumas das histórias de maior sucesso da época, como A Princesa e o Plebeu (1953), ele se recusou a cooperar com o Comitê de Atividades Antiamericanas do congresso e acabou preso e proibido de trabalhar. Mesmo quando saiu da prisão, Trumbo demorou anos para vencer o boicote do governo, sofrendo com uma série de problemas envolvendo familiares e amigos próximos.

Crítica: Bryan Cranston (o conhecido Heisenberg) interpreta Dalton Trumbo, um roteirista de Hollywood que se tornou o líder e membro mais famoso da Lista Negra de Holywood - um grupo de escritores que estavam na lista negra por suas crenças políticas. Eu estou feliz de ter visto a este filme, há muito o que gosto nele: Cranston está maravilhoso. Mais uma vez ele cria um personagem muito original que é tanto interessante e incrível. Os outros atores coadjuvantes são todos bons, alguns melhores que outros.

A história em si é convincente. O filme faz um bom trabalho de criar um clima de intolerância. Você se sente como tudo está realmente acontecendo. Sendo definido de Hollywood, é difícil não ficar animado quando filmes agora famosos e atores são mencionados ou mostrados na tela, há coisas no filme que eu não gostei. O ritmo estava meio apressado. Claro, o filme tem muitos anos no valor de história pra contar, mas ele se move de uma época para outra que começamos a perder a nossa tensão. 

Enfim, eu acho que Cranston podia levar o Oscar de Melhor Ator, o filme tem um final comovente (pelo menos para mim). Recomendo!

Nota: 9
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, O Filme - (2016) - Crítica

Sinopse: Snoopy, o beagle mais amado do mundo – e claro, piloto – embarca em sua maior missão até hoje, quando ele alcança o céu atrás de seu arqui-inimigo, o Barão Vermelho, enquanto seu melhor amigo, Charlie Brown, inicia a sua própria missão épica.

Crítica: A animação é muito mais detalhada do que os filmes anteriores. Há muitas novas músicas animadas, e muito mais. Grande filme, para as pessoas que gostam do desenho. Se alguma vez vocês leram das histórias em quadrinhos ou especiais de televisão, você não vai se decepcionar com este filme. Diferente do que o filme foi excelente, ótimo para todas as idades para pessoas que procuram uma coisa nostálgica e agradável.

O filme é um grande exemplo de que Blue Sky Studios pode fazer outras coisas além de não só fazer um filme novo da franquia A Era do Gelo. Com uma história simples, personagens adoráveis, um bom enredo, roteiro muito bom, a trilha sonora das antigas com novas músicas, etc..

A moral para este filme é, "Se você se vê como um vencedor ou um perdedor na vida, você provavelmente está indo para agir como um. Se você acha que você é um vencedor, aja como um e os outros possam pensar assim também."

Um filme divertido e amoroso, isso é puramente um grande estilo de arte e que dá humor. Recomendo!

Nota: 10
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domingo, 10 de janeiro de 2016

A Identidade Bourne - (2002) - Crítica

Sinopse: Um homem acorda sem memória após ser baleado por um desconhecido. Quando ele se recupera, só encontra uma única pista sobre sua identidade: um chip que estava implantado em seu quadril, nele está gravado o número de uma conta de um banco em Zurique, Suíça. No cofre do banco ele descobre que se chama Jason Bourne e que mora em Paris. Paralelamente, é perseguido inexplicavelmente por pessoas que lhe querem morto, e nessas circunstâncias, descobre que possui uma série de conhecimentos em técnicas de combate, além de falar fluentemente vários idiomas. Marie, uma desconhecida, cruza seu caminho numa situação meramente coincidencial, seja quem for que quer Bourne morto passa a perseguir Marie também. Juntos, planejam achar uma saída para toda essa situação e descobrir a verdade sobre o nome Jason Bourne.

Crítica: Não sei como eu perdi vendo isso antes? Grande história, envolvendo um assassino com amnésia que é resgatado no mar por um navio de pesca (com buracos de bala nas costas) e, em seguida, passa o resto do filme no funcionamento de seus superiores ao mesmo tempo, tentando reconstituir suas vidas juntos. Quem é ele? Quem atirou nele? Ele não sabe aonde está. As cenas de ação são impressionantes, usando armas, matando, fazendo planos rápidos de fuga.

Esse sendo o primeiro da Trilogia Bourne, me deixou curioso para ver o resto. Este é (logo após de Missão Impossível e a saga 007) um dos melhores filmes de serviços secretos do tipo agente, a atuação de Matt Damon é muito boa e sua expressão são apenas o que os telespectadores precisam, quando eles estão olhando para a tela da televisão e se perguntando o que é vai acontecer em seguida. Identidade Bourne é um thriller puro, bem-feito com um enredo interessante e um desempenho ótimo de Damon. Recomendo!

Nota: 7
Gênero: Thriller/Ação
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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Watchmen - O Filme - (2009) - Crítica

Sinopse: Em 1977 foi aprovada pelo congresso norte-americano a Lei Keene, que proibia as atividades de mascarados no combate ao crime. Isto fez com que vários super-heróis deixassem a carreira, como o Coruja (Patrick Wilson) e Espectral (Malin Akerman). Outros, como o Comediante (Jeffrey Dean Morgan) e o Dr. Manhattan (Billy Crudup), passaram a trabalhar para o governo. Dois anos antes da implementação desta lei Adrian Veidt (Matthew Goode) decidiu revelar sua identidade como Ozymandias, dedicando-se a partir de então na construção de um império econômico. 

Crítica: O elenco do filme é bom, temos o Jeffrey Dean Morgan como Comediante, ele interpreta Negan na série The Walking Dead, tem também o Jackie Earle, que descobri ele recentemente no filme Robocop (2014). O diretor do filme é o Zack Snyder, acho que esse foi o motivo do filme ser tão bom, ele dirigiu Homem de Aço, 300, Madrugada dos Mortos, etc....

A trilha sonora é uma das melhores, tem Bob Dylan, Jimi Hendrix, não posso deixar de falar da fotografia, que é maravilhosa, ela está muito boa para um tipo de filme assim. Apesar de não ter lido os quadrinhos, parece uma boa adaptação para o cinema.

As cenas de ação do filme são muito boas, o meu herói favorito do filme é o Comediante, as cenas com ele são muito boas. Watchmen é uma ótima adaptação dos quadrinhos para o cinema, recomendo!

Nota: 10
Gênero: Ação/Aventura
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sábado, 2 de janeiro de 2016

Absolutely Anything - (2015) - Crítica

Sinopse: Neil (Simon Pegg), um professor desiludido com a vida, vê sua vida mudar após ser atropelado por uma van e ser atingido por um raio alienígena que lhe dá poderes mágicos. Com eles, Neil pode fazer tudo que quiser: desde calar a boca de seus alunos até ressuscitar pessoas! O problema é saber utilizar as palavras certas para conseguir o que ele quer. O uso dessas novas habilidades vai gerar uma série de confusões.

Crítica: Eu gosto bastante da atuação do ator Simon Pegg, principalmente na Trilogia do Cornetto, a atuação dele e dos outros atores, estão boas também. O filme é uma mistura de Todo Poderoso + Click, uma pessoa que pode fazer o que quiser, fazer seu cachorro falar, realizar sonhos, fazer uma pessoa amar-lo, etc....

O filme é dirigido pelo mestre Terry Jones (o diretor dos filmes do Monty Python) além disso, os alienígenas do filme, é a voz dos Pythons, Terry Gilliam, Michael Palin, Eric Idle e John Cleese.
Temos também a voz do Robin Williams, que dubla o cachorro.

O final do filme não é tão bom quanto a primeira metade do filme. O final foi provavelmente a parte mais fraca, mas isso não quer dizer que foi ruim. Eu duvido que ele vai ser o melhor filme que você já viu, mas você vai ter um tempo divertido com ele, com risos por partes.

Nota: 7,2
Trailer: Link Intergalático
Gênero: Comédia



sábado, 26 de dezembro de 2015

Passe Livre - (2011) - Crítica

Sinopse: Rick (Owen Wilson) e Fred (Jason Sudeikis) estavam cansados da rotina do casamento até o dia em que recebem um presente inusitado de suas esposas: um passe livre de uma semana para aprontar o que quiserem. No primeiro momento, a alegria foi grande e eles caem na farra, mas de uma para outra começam a se dar conta de que a vida de solteiro não é lá essa maravilha toda. 

Crítica: A escolha dos atores é perfeita para este filme. Nunca vi nenhum filme do Jason Sudeikis, mas gostei da atuação dele no filme, e Owen Wilson é um ator que eu gosto, também, a partir de filmes como Marley & Eu.

O que realmente trouxe este filme foi o humor negro. Em toda a realidade, comédias nunca vão ganhar porque todo mundo vê-los diferentes. Todo mundo tem suas próprias opiniões e gostos de comédia, então você apenas tem que manter a opinião e assistir o que você gosta.

No filme, alguns dias voam em questão de minutos, ou mesmo, segundos. Passe Livre é um filme engraçado e divertido, levando mais pro lado negro do humor, como eu disse acima, Recomendo!

Nota: 7
Gênero: Comédia
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Scott Pilgrim Contra o Mundo - (2010) - Crítica

Sinopse: Scott Pilgrim (Michael Cera) tem 23 anos, integra uma banda de colégio, vive trocando de emprego e tem um namoro firme. Sua vida está maravilhosa, até conhecer Ramona V. Flowers (Mary Elizabeth Winestead). Ele logo se apaixona perdidamente por ela, só que não será fácil conquistar seu amor. Para tanto ele precisa enfrentar os sete ex-namorados dela, que estão dispostos a tudo para impedir sua felicidade com outra pessoa.

Crítica: Este é um filme perfeito com um elenco perfeito. Eu nunca vi um filme do ator Michael Cera. Este é o primeiro. Edgar Wright também dirigiu os grandes filmes "Shaun of the Dead" e "Hot Fuzz" (que já fiz a crítica aqui no blog), Eu não li o livro que baseou-se no filme. 

A única coisa que eu não gosto no filme é a velocidade do xixi do Scott. Ninguém pode fazer xixi tão rápido. Mas sim, todos devem assistir a este, especialmente os fãs de videogame, como eu.


Nota: 8,3
Gênero: Comédia/Ação e Aventura
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Paul: O Alien Fugitivo (2011) - Crítica

Sinopse: Os amigos Graeme Willy (Simon Pegg) e Clive Gollings (Nick Frost) tinham programado a viagem dos sonhos para qualquer apaixonado pelo tema "discos voadores": uma visita a famosa e sempre negada pelo exército Area 51. Só que no meio do caminho eles encontraram Paul ( Seth Rogen), um alienígena que escapou da base militar e precisa encontrar sua nave mãe para retornar ao seu planeta em segurança. Começa então uma insana aventura do trio para escapar da garras do Agente Zoil (Jason Bateman) e seus asseclas.

Crítica: O enredo do filme é bom. Um alienígena cai na Terra e agora muitos, muitos anos mais tarde, ele escapa do cativeiro e cai na estrada, onde ele acidentalmente esbarra em Graeme Willy e Clive Gollings. Com o governo em perseguição, Paul e seus novos amigos estão correndo para atravessar EUA e levar ele para casa.

Quanto ao elenco e a atuação no filme. Bem, tem sido estabelecido que Simon Pegg (Graeme Willy) e Nick Frost (Clive Gollings) têm uma incrível química nas telonas dos cinemas. Por isso, foi bom ter um outro filme com eles trabalhando juntos. Jason Bateman também fez um bom trabalho, seu personagem é muito bom.

Para uma comédia, não espere para estar rindo ao longo de todo o filme. O filme é dirigido por uma boa história e com comédia aqui e ali. O que é uma boa combinação, e funcionou bem para o filme. O personagem Paul foi tão bem feito, as texturas da pele, do rosto e dos olhos. Esses efeitos realmente ajudou ao filme.

"Paul" é um bom filme, embora não seja o melhor filme de Nick Frost e Simon Pegg, é preciso muito para ultrapassar os outros filmes deles. Mas é uma tentativa boa, e o filme funciona bem. Um filme com uma grande história, alguns risos aqui e ali.

Nota: 6,8
Gênero: Comédia
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Heróis de Ressaca - (2013) - Crítica

Sinopse: Após falharem no pub crawl, uma competição de bebidas em vários bares diferentes em apenas uma noite, cinco amigos retornam para a cidade natal vinte anos após o fracasso. O objetivo do grupo é dar-se mais uma chance. O único porém é: a juventude se foi e a vida adulta cobra o seu preço.

Crítica: O filme começou como qualquer outro filme da Trilogia Cornetto, permitindo-nos a apegar aos personagens principais, aprendendo um pouco sobre as suas origens através de contextos perfeitos! O filme é extremamente inteligente, como Shaun of the Dead e Hot Fuzz eles têm misturados dois gêneros, desta vez foi Sci-Fi e comédia, para criar um filme um pouco diferente com o resto. O que torna o filme tão bom é a química do Simon Pegg - Nick Frost. As cenas de ação são genias, como os efeitos! É um filme que você deve ver se você gostou dos outros dois. A Trilogia de Edgar Wright chegou a um final fantástico!

Nota: 10
Gênero: Sci-Fi/ Comédia
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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Chumbo Grosso - 2007 - Crítica

Sinopse: Nicholas Angel (Simon Pegg) é um dos melhores policiais de Londres, sendo bom ao ponto de causar inveja nos demais homens da lei. Por causa disso, é transferido por seus superiores para a pequena cidade de Sandford, que possui o menor índice de criminalidade de toda Inglaterra. Chegado lá, forma parceria com o curioso Danny Butterman (Nick Frost) e começa a achar estranho o fato de acontecerem muitos acidentes na cidade.

Crítica: O que eu posso dizer sobre o filme? É hilário! Uma comédia britânica incrivelmente engraçada, inteligente, que consegue trazer risos e também oferece cenas incríveis de ação! Se você gostou de Todo Mundo Quase Morto, você vai adorar este. Estes filmes fazem parte da Trilogia de Sangue e Sorvete (aka trilogia Cornetto), junto com o filme Heróis de Ressaca, que terá sua crítica em breve aqui no meu blog. O elenco do filme é ótimo, com Simon Pegg e Nick Frost não tem como não rir. A primeira meia hora do filme parece um pouco lenta, mas não há nenhuma razão para se preocupar; o elenco está simplesmente com a criação de piadas para ser derrubada mais tarde. Eu raramente vi uma comédia tão incrivelmente escrita, muito bem dirigida, atmosférica, ou de forma inteligentemente ridícula.

Nota: 10
Gênero: Comédia/ Ação /Aventura
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domingo, 29 de novembro de 2015

Cães de Aluguel - 1992 - Crítica

Sinopse: Joe Cabot (Lawrence Tierney), um experiente criminoso, reuniu seis bandidos para um grande roubo de diamantes, mas estes seis homens não sabem nada um sobre os outros e cada um utiliza uma cor como codinome. Porém durante o assalto algo saiu errado, pois diversos policiais esperavam no local. Mr. White (Harvey Keitel) levou Mr. Orange (Tim Roth), que na fuga levou um tiro na barriga e morrerá se não tiver logo atendimento médico, para o armazém onde tinha sido combinado que todos se encontrassem. Logo depois chegou Mr. Pink (Steve Buscemi), que está certo que um deles é um policial disfarçado e eles precisam descobrir quem os traiu. Em um clima de acusações mútuas a situação fica cada vez mais insustentável.

Crítica: Assisti esse filme pela primeira vez na vida, sem saber o que era sobre. Isso que se chama de filme clássico. Um filme sobre um assalto a uma joalheria que deu errado e as consequências de trabalhar com estranhos. Este filme tem um grande elenco e um ótimo roteiro. O que nunca pode faltar em um filme do Tarantino é: Diálogo, Violência e claro, uma pitada de humor. Cães de Aluguel é um clássico instantâneo. Recomendo!

Nota: 8
Gênero: Ação
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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Tá Todo Mundo Quase Morto - (2004) - Crítica

Sinopse: Winchester. Shaun (Simon Pegg) trabalha como vendedor e divide uma casa com Ed (Nick Frost), seu melhor amigo, e Pete (Peter Serafinowicz). Ele costuma ir sempre ao pub local, mas Liz (Kate Ashfield), sua namorada, está cansada de lá. Além disto ela sempre reclama que ele não se separa de Ed, apesar de suas piadas bobas e seu desinteresse em fazer algo útil. Para resolver a questão Shaun aceita marcar um encontro com Liz em outro restaurante, mas se esquece de fazer a reserva. Irritada, ela decide terminar com ele. Shaun, arrasado, se embebeda no seu pub predileto ao lado de Ed, sem notar que as pessoas à sua volta estão se tornando zumbis, devido a um estranho fenômeno.

Crítica: Eu não consigo demonstrar o quanto gostei desse, o quanto é legal neste filme é tipicamente o estilo de comédia britânica. O elenco é perfeito para um tipo de filme como este, é a primeira vez que assisto a este filme, sempre tive curiosidade de ver ele, e não é o primeiro que vejo do ator Simon Pegg, já vi outros dele, como, O Fantástico Medo de Tudo, que achei genial.

Este filme foi parcialmente inspirado em um filme de zumbi clássico, como Madrugada dos Mortos. Seu criador, George Romero, ficou tão impressionado com Shaun of The Dead que Simon Pegg e Edgar Wright assumiram os papéis no último filme do Romero, Land of the Dead (Terra dos Mortos).

Todo Mundo Quase Morto é a melhor comédia de 2004, com o 2º lugar liderado pelo filme O Âncora. Recomendo! :)

Nota: 10
Gênero: Comédia
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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Como Sobreviver A Um Ataque Zumbi - (2015) - Crítica

SinopseBen (Tye Sheridan), Carter (Logan Miller) e Augie (Joey Morgan) são grandes amigos que se conheceram ainda crianças, no grupo de escoteiros. Entretanto, eles cresceram e agora Ben e Carter não vêem mais graça na atividade, especialmente pelo fato de serem motivo de piada de todos os demais jovens da cidade. Augie, por sua vez, continua empolgado com a ideia de ser um escoteiro. Um dia, quando o trio está acampando, Ben e Carter deixam o local para ir a uma badalada festa secreta. Só que, quando chegam à cidade, percebem que ela está tomada por zumbis, dispostos a matar qualquer um que surgir pela frente.

Crítica: Quando vi o trailer do filme, achei que fosse uma cópia do filme Zumbilandia, mas não, achei o filme bem diferente do que eu pensava. A maioria das piadas são muito engraçadas. Há coisas neste filme que você nunca viu em um filme de zumbi antes, e considerando a falta de originalidade em filmes de zumbi recente no cinema e na TV. O elenco é muito bom , a maioria dos atores são atuais no cinema e na TV, temos a participação do David Koechner, que é Rogers, o líder dos escoteiros. Eu partircularmente gostei bastante da trilha sonora, e claro, do filme. Recomendo!

Nota: 7,5
Gênero: Terror/ Comédia
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sábado, 21 de novembro de 2015

Como Enlouquecer seu Chefe - (1999) - Crítica

SinopsePeter Gibbons (Ron Livingston) é um programador de computadores que trabalha na Initech fazendo upgrade dos softwares e sente-se muito infeliz no emprego. Mas após uma sessão de hipnose seu comportamento muda e ele passa a não cumprir horários nem fazer nada daquilo que lhe foi determinado. Porém, quanto mais se rebela mais é elogiado por especialistas em produtividade, que lhe dão uma promoção e fazem isto no mesmo período em que várias pessoas são demitidas.

Crítica: Mike Judge sabe como fazer uma comédia, ele é o mesmo criador do hilário desenho Beavis and Butt Head. 
Imagine trabalhar em um cubículo de escritório com baixo salário, patrões chatos, e praticamente nenhum respeito para o resto da vida. Isso é o que Peter Gibbons e seus amigos, funcionários da empresa de software Initech chefiada pelo chefe Bill Lumbergh, está passando. No entanto, um incidente com um hipnoterapeuta ocupacional deu a Peter uma nova perspectiva de vida e ele decide levar seus amigos, e seu interesse amoroso, em uma missão.

Isto é engraçado. O elenco é ótimo, cada um com seus próprios problemas, os seus próprios objetos de ódio, e grandes maneiras de deixar as suas frustrações. Todas as piadas no filme praticamente trabalham muito bem. Este é um bom filme, vai te arrancar boas risadas, como a cena da luta contra a impressora, que é bem engraçada. Eu recomendo!

Nota: 7 
Gênero: Comédia
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domingo, 15 de novembro de 2015

O Silêncio dos Inocentes - (1991) - Crítica

Sinopse:  A agente do FBI, Clarice Starling (Jodie Foster) é ordenada a encontrar um assassino que arranca a pele de suas vítimas. Para entender como ele pensa, ela procura o periogoso psicopata, Hannibal Lecter (Anthony Hopkins), encarcerado sob a acusação de canibalismo.

Crítica: O Silêncio dos Inocentes são duas horas de filme. Anthony Hopkins aparece por pouco mais de 16 minutos. Tal é o poder de sua performance, é impossível esquecer dele. Seu personagem, Dr.Lecter ou Hannibal Lecter, é um assassino brutal com métodos inteligentes,  e uma pessoa com bom gosto.  Ele ainda é um dos elementos-chave neste maravilhoso filme , que vê de Jodie Foster Clarice Starling pedindo a ajuda de Lecter para pegar outro serial killer, Buffalo Bill. O resultado é uma relação ainda perigosa entre os agentes do FBI e os condenados. Hannibal é um passo a frente de todos o tempo todo, e garante que todos percebam. O Silêncio dos Inocentes é um filme fascinante, horripilante e precioso. Recomendo!

Nota: 9,6
Gênero: Suspense/ Thriller
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